quarta-feira, 2 de maio de 2012

Escolinha de Futebol de Jales vence todos os jogos na 2ª rodada da 1ª Copa Jales de Futebol Menor 2012

Neste último domingo, tivemos a 2ª rodada da 1ª Copa Jales de Futebol Menor - 2012, no campo de futebol Devanir Alves de Lima, "Fepasa", em Jales. 


O torneio é uma realização da Secretaria Municipal de Esportes, Cultura e Turismo,  Associação Comunitária Esportiva de Jales e apoio total da Prefeitura Municipal de Jales.

A meninada de Jales de um show de bola,  vencendo as 4 partidas contra Populina.


 Confira os resultados:


JG
Horário
Categoria
Equipe                      
Res.
X
Res.
Equipe
Grupo
8h
Fraldinha
Jales
06
X
00
Populina
1
8h30m
Dentinho
Jales
03
X
01
Populina
1
9h
Dente Leite
Jales
07
X
00
Populina
1
9h30m
Dentão
Jales
01
X
00
Populina
1




 Classificação após a realização da 2ª rodada da 1ª fase de classificação:

Categoria Fraldinha (8, 9 e 10 anos)
Grupo 1:


Classificação
Equipe
JG
V
E
D
GP
GC
SG
PG
Jales
2
2
0
0
7
0
7
6
Pontalinda
1
0
0
1
0
1
-1
0
Populina
1
0
0
1
0
6
-6
0
Ouroeste
0
0
0
0
0
0
0
0


 Grupo 2:


Classificação
Equipe
JG
V
E
D
GP
GC
SG
PG
Auriflama
1
1
0
0
2
1
1
3
Santa Albertina
1
0
0
1
1
2
-1
0
Macedônia
0
0
0
0
0
0
0
0
Estrela D´Oeste
0
0
0
0
0
0
0
0


Categoria Dentinho (11 e 12 anos)
Grupo 1:


Classificação
Equipe
JG
V
E
D
GP
GC
SG
PG
Pontalinda
1
1
0
0
6
1
5
3
Jales
2
1
0
1
4
7
-3
3
Populina
1
0
0
1
1
3
-2
0
Ouroeste
0
0
0
0
0
0
0
0


Grupo 2:


Classificação
Equipe
JG
V
E
D
GP
GC
SG
PG
Auriflama
1
1
0
0
8
0
8
3
Santa Albertina
1
0
0
1
0
8
-8
0
Macedônia
0
0
0
0
0
0
0
0
Estrela D`Oeste
0
0
0
0
0
0
0
0




Categoria Dente de Leite (13 e 14 anos)
Grupo 1:


Classificação
Equipe
JG
V
E
D
GP
GC
SG
PG
Jales
1
1
0
0
7
0
7
3
Populina
1
0
0
1
0
7
-7
0
Pontalinda
0
0
0
0
0
0
0
0
Ouroeste
0
0
0
0
0
0
0
0


Grupo 2:


Classificação
Equipe
JG
V
E
D
GP
GC
SG
PG
Macedônia
0
0
0
0
0
0
0
0
Estrela D´Oeste
0
0
0
0
0
0
0
0
Santa Albertina
0
0
0
0
0
0
0
0
Auriflama
0
0
0
0
0
0
0
0




Categoria Dentão (15 e 16 anos)
Grupo 1:


Classificação
Equipe
JG
V
E
D
GP
GC
SG
PG
Jales
1
1
0
0
1
0
1
3
Populina
1
0
0
1
0
1
-1
0
Pontalinda
0
0
0
0
0
0
0
0
Ouroeste
0
0
0
0
0
0
0
0


Grupo 2:


Classificação
Equipe
JG
V
E
D
GP
GC
SG
PG
Macedônia
0
0
0
0
0
0
0
0
Estrela D´Oeste
0
0
0
0
0
0
0
0
Santa Albertina
0
0
0
0
0
0
0
0
Auriflama
0
0
0
0
0
0
0
0



No próximo domingo (06/05) teremos mais uma grande rodada, com a cidade de Ouroeste estreiando na competição.


3ª Rodada
JG
Hrs
Categoria
Equipe                      
Res.
X
Res.
Equipe
Grupo
8h
Fraldinha
Ouroeste

X

Pontalinda
1
8h30m
Dentinho
Ouroeste

X

Pontalinda
1
9h
Dente Leite
Ouroeste

X

Pontalinda
1
9h30m
Dentão
Ouroeste

X

Pontalinda
1

"Homens de Preto 3" e outros 4 grandes filmes estreiam em maio




O roteiro abaixo reúne detalhes sobre cinco grandes filmes que estreiam em maio nos cinemas brasileiros. Destaque para "Homens de Preto 3", com Will Smith, Josh Brolin e Tommy Lee Jones, que deve chegar às salas no dia 25.

Veja as opções e as datas previstas de estreia:

4 DE MAIO

"Anjos da Lei" ("21 Jump Street", EUA, 2012)
O filme mostra um grupo de jovens policiais que integra uma unidade "disfarçada" e se infiltra em escolas para combater a delinquência juvenil.
Direção: Phil Lord e Chris Miller
Elenco: Channing Tatum, Jonah Hill, Ellie Kemper

11 DE MAIO

"Apenas uma Noite" ("Last Night", EUA/França, 2010)
Um casal acaba passando uma noite separado: enquanto ele viaja a trabalho, junto a uma colega pela qual sente atração, a mulher reencontra um amor do passado.
Direção: Massy Tadjedin
Elenco: Keira Knightley, Sam Worthington, Eva Mendes, Guillaume Canet

"Lola" ("LOL - Laughing Out Loud", EUA, 2011)
Aventuras de Lola e suas amigas, que passam pela adolescência em meio a essa avalanche da tecnologia e das redes sociais.
Direção: Lisa Azuelos
Elenco: Miley Cyrus, Demi Moore, Ashley Greene

*
18 DE MAIO

"Plano de Fuga" ("How I Spent My Summer Vacation", EUA, 2011)
Um criminoso conta com a ajuda de um menino de 9 anos para aprender a dura realidade em uma prisão mexicana.
Direção: Adrian Grunberg
Elenco: Elenco: Mel Gibson e Peter Stormare

*
25 DE MAIO

"Homens de Preto 3" ("Men in Black 3", EUA, 2011)
Will Smith e Tommy Lee Jones às telas como os agentes J e K, nesta terceira produção da comédia de ação que faz sucesso no mundo todo.
Direção: Barry Sonnenfeld
Elenco: Will Smith, Tommy Lee Jones e Josh Brolin

Fonte: Região Noroeste

Homem é encontrado morto em estrada rural de Fernandópolis


A Policia Militar de Fernandópolis identificou o corpo encontrado em uma estrada rural de Fernandópolis. Demerval dos Santos de aproximadamente 30 anos foi encontrado morto na manhã de terça-feira (01) na Estrada do Coqueiro que dá acesso ao povoado de mesmo nome em Fernandópolis. Ele era de Ouroeste.

O corpo foi encontrado dentro de uma curva de nível próximo a um matagal, no Km 3 da estrada rural, com sinais de espancamento.

Próximo a cena do crime estava o carro da cunhada da vítima.

Exames iniciais da equipe de peritos da polícia de Fernandópolis mostram que há muito sangue dentro do veículo e as marcas no local indicam que houve luta corporal dentro e fora do carro.

Segundo exames preliminares, a vítima estaria acompanhado de mais uma pessoa dentro do carro quando a suposta luta se iniciou. A vitima teria sido golpeada com o extintor até perder os sentidos.

As marcas do local também indicam que o corpo foi retirado de dentro do carro e arrastado cerca de 30 metros.

Outra hipótese apresentada inicialmente é a de que após o assassinato, o criminoso tenha tentado levar o carro, mas sem sucesso, pois o veículo permanece atolado no local após a chuva torrencial do fim de semana.

Fonte: Região Noroeste

Bandidos tentam estourar caixa eletrônico de Mesópolis

Foto ilustrativa

Uma viatura da Policia Militar de Mesópolis foi alvejada por bandidos que tentavam estourar o caixa eletrônico da cidade.

Segundo informações policiais, o valor total levado ainda não foi divulgado e posteriormente a informação será repassada pelo gerente do banco.

A ação se passou por volta das 03h50, a Polícia esta apurando o caso e segue com as investigações para chegar ao paradeiro dos bandidos que fugiram do local com a chegada das viaturas.

Fonte: MaisInterativa

Valorizo a vida muito mais', diz jovem que caiu em córrego com carro


Três meses após o acidente que quase custou sua vida, a jovem Karolyne Laila Soares, de 19 anos, se recupera em casa. A estudante sofreu um acidente no dia 29 de janeiro, em Populina (SP), e lutou para sobreviver enquanto esperava resgate. "Hoje valorizo a vida muito mais que antes”, contou a jovem em entrevista.

Enquanto esperava resgate, durante três dias, Karoline ficou sem comer, bebeu água do córrego onde caiu e permaneceu imóvel com diversas fraturas pelo corpo. Foi encontrada por motoristas que passavam pela pista e ouviram os gritos de socorro.
Ao se lembrar do acidente, ela ainda se emociona. “Passei dias no hospital chorando sem parar. Quando voltei para casa também. Tinha pesadelos, fiquei muito triste, mas entendi que tudo teve um propósito. Não fiquei com medo, nem trauma de dirigir, mas ainda não peguei a direção, por conta das minhas fraturas”, contou a jovem.

Hoje, a estudante se recupera na casa onde mora com a mãe e o irmão, em Itumara (MG). Karolyne passou por cirurgia na perna esquerda, onde teve duas fraturas e o tornozelo quebrado. Houve também quatro fraturas na bacia, mas não foi necessário uma cirurgia. "Esta semana vou retirar os pinos da perna, mas ainda me movimento com muita dificuldade, usando muletas. A minha bacia se recuperou, mas ainda tenho dores. A locomoção é difícil, mas estou me recuperando e se Deus quiser vou sair dessa logo”, diz.

No acidente, Karoline perdeu o carro que havia comprado há pouco tempo. “Eu consegui comprar o carro com muito esforço. Tinha apenas duas parcelas pagas e infelizmente, ele deu perda total. No acidente também perdi o celular, câmera e computador. Estou usando emprestado do meu irmão, mas se Deus quiser, vou recuperar tudo em breve”, diz a jovem.
A jovem dormiu ao volante a caminho da casa da avó. Ela havia trocado o caminho para visitar um amigo. "Eu estava indo para Jales visitar um rapaz que gostava de lá. No fim, depois do acidente, o relacionamento acabou não dando certo. Hoje estou namorando outra pessoa, que depois do acidente me deu atenção, quis saber como eu estava e ficou preocupado comigo. Estou muito feliz", disse Karolyne. 

Fonte: MaisInterativa

Abril recebeu R$ 52 milhões do governo de SP e implica com blogs


Há alguns dias, telefona-me um amigo que trabalha na Editora Abril e que anda preocupado com a situação envolvendo a revista Veja, leia-se a possibilidade de o presidente do Conselho de Administração e diretor editorial do Grupo Abril, Roberto Civita, ser convocado a depor na CPI do Cachoeira.

A preocupação dessa pessoa se refere à possibilidade de sobrevir alguma condenação de seu empregador que afete os milhares de empregos que gera. Respondo que não deveria se preocupar não só devido à alta possibilidade de o poder de Civita fazer com que tudo seja abafado, mas também porque, se alguma conseqüência sobreviesse, certamente se restringiria à revista Veja e ele não trabalha na revista, mas em outra empresa do grupo.

O amigo, ainda preocupado, diz que isso não o conforta porque o que “segura” o Grupo Abril, hoje, é a Veja e seus contratos com o Estado, sobretudo com o governo de São Paulo, que torra recursos destinados à Educação comprando dezenas de milhares de exemplares da Veja e de livros didáticos das empresas de Civita, entre o muito que despende com esse grupo empresarial e com os Grupos Folha, Estado e com as Organizações Globo.

Lembrei-me dessa conversa por conta das acusações que o blogueiro e colunista da Veja Reinaldo Azevedo e vários outros jornalistas da grande imprensa fazem todo santo dia aos setores da blogosfera que se opõem ao conclave formado por aqueles grandes meios de comunicação e pelo PSDB, pelo DEM e pelo PPS.

No domingo, por exemplo, no âmbito de um arranca-rabo entre Azevedo e o site Brasil 247, este foi acusado de ser “financiado por dinheiro público”, como se a Veja não dependesse do Tesouro paulista (mais do que de qualquer outro).

À diferença de blogs como este, que não recebe um tostão de dinheiro público, o 247 tem um banner do governo do Distrito Federal que, por óbvio, é pago.Há outros sites e blogs que desafiam o poder da mídia tucana que têm banners não só de governos petistas como, também, de empresas estatais sob influência do PT.

Todavia, à diferença de uma Veja, o recebimento de dinheiro público por essas páginas é explícito, apesar de que Azevedo apresenta esse fato como uma grande revelação enquanto que o patrão dele não tem banner nenhum que mostre os milhões que recebe dos governos demo-tucanos.

Aliás, os contratos de fornecimento de publicações didáticas e informativas como a revista Veja para o governo tucano de São Paulo pela Editora Abril sofrem até questionamentos na Justiça, que, há pouco, aceitou denúncia do Ministério Público paulista – feita pelo PSOL – contra a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE).

Ano passado, o blog Namarianews veiculou que o governo paulista fez vultosas compras de revistas (Veja, Isto É, Época) e de jornais (Folha de SP, Estado de SP) via Secretaria de Estado da Educação, através da Fundação para o Desenvolvimento da Educação – FDE. Os contratos só desse negócio, sem falar em todos os outros, somaram R$9.074.936,00.

A ação encampada pelo Ministério Público de São Paulo partiu de uma ONG chamada Ação Educativa. Refere-se ao contrato 15/1165/08/04 (Diário Oficial 1/10/2008 e 25/out/2008) que autorizou a compra de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola, da Fundação Victor Civita, ligada à Abril, no valor de R$3.700.000,00. O negócio foi feito sem licitação, apesar de amparado pela lei 8.666.

Em 26 de maio de 2009, o Ministério Público de São Paulo propôs ação civil de responsabilidade por ato de improbidade administrativa contra o Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, a Diretora e o Supervisor de Projetos Especiais, ambos da FDE, bem como contra a Fundação Vitor Civita.

A Ação, que tem como fundamento possíveis irregularidades no contrato firmado sem licitação entre a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) e a Fundação Victor Civita, requer a responsabilização dos agentes públicos por condutas que podem ser caracterizadas como improbidade administrativa e ainda tramita na Justiça Estadual”.

O dispêndio de dinheiro do governo de São Paulo com a grande imprensa que tanto apreço demonstra por ele atinge as raias do inacreditável. Segundo o Namarianews, mais de R$250 milhões foram gastos na década passada, tudo sem licitação.

Desse total, comprovado com dados do Diário Oficial, a Editora Abril/Fundação Victor Civita recebeu inacreditáveis R$ 52.014.101,20 para comprar milhares de exemplares de diferentes publicações, entre elas a Revista Nova Escola, a Veja, o Almanaque do Estudante, a Revista Recreio e o Atlas da National Geographic.

O processo da ONG Ação Educativa recebeu o número 0018196-44.2009.8.26.0053 e se baseou em três premissas:

1º) A lei federal 8.666 de 21 de junho de 1993 (que “estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios”, incluindo a inexigibilidade de licitação) foi desacatada em seu artigo 25, que deixa claro ser vedada “a preferência de marca, que ocorreu explicitamente neste caso, uma vez que outras editoras não foram sequer consultadas”.

2º) A revista Nova Escola não tem exclusividade temática. “É importante mencionar ao menos duas outras revistas que poderiam ser escolhidas para cumprir as mesmas funções da Revista Nova Escola, tais como as descritas em seu processo de compra: a Carta na Escola, Editora Confiança Ltda, e a Revista Educação, da Editora Segmento Ltda”.

3º) “De acordo com os documentos (fls. 4-12 do processo FDE n. 15/1165/08/04), a motivação inicial para a elaboração do contrato foi uma carta encaminhada em 1/9/2008 pela Fundação Victor Civita à então Secretária de Educação Maria Helena Guimarães de Castro, propondo parceria, com descrição da proposta pedagógica da Nova Escola, preços e condições, além de cronograma de postagem. Ora, o contrato não partiu de uma necessidade da Secretaria de Estado, mas sim de uma oferta realizada pela Fundação e aceita pela Secretaria, que viabilizou seus termos sem consulta a outras editoras ou, principalmente, aos destinatários diretos da compra – os docentes”. (Fonte – Ação Educativa).

Este blog foi pesquisar o andamento do processo e descobriu que foi aceito pela Justiça. Abaixo, os processos que constam contra a Fundação Victor Civita e a decisão judicial de aceitação do processo da Ação Educativa encampado pelo Ministério Público de São Paulo.

Não é por outra razão que o deputado estadual Luiz Moura (PT-SP) reiterou pedido que a Assembléia Legislativa de São Paulo vem fazendo para que o presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), Bernardo Ortiz, compareça à Casa. Ele argumentou que o requerimento foi aprovado há um ano, mas o homem não dá as caras. A oposição quer que a FDE explique por que, com um orçamento de bilhões, falta tudo nas escolas paulistas.

Eis que os jornalistas da grande mídia argumentam que essa quantidade descomunal de dinheiro público que o governo paulista despeja em uma Veja se deve a que tem um trilhão (sic) de leitores, blábláblá e blábláblá, como se, por isso, esses veículos devessem ser os únicos receptáculos de dinheiro público.

Os defensores do sepultamento de tanto dinheiro público na Veja, entre outros, argumentam com dados do Instituto Verificador de Circulação, entidade responsável pela auditoria de circulação dos principais jornais e revistas do Brasil. Uma breve pesquisa no IVC, porém, revela um dado altamente eloqüente.

Adivinhe, leitor, quem faz parte do “Conselho Superior” do Instituto Verificador de Circulação. Ninguém mais, ninguém menos do que Roberto Civita. Ou seja, um dos veículos “verificados” pela entidade faz parte dela, o que, se não é ilegal, no mínimo é para lá de imoral.

De qualquer forma, mesmo que os dados sejam corretos, a publicidade oficial não é só para grandes veículos em nenhum país democrático. A publicidade deve ser focalizada em setores. Na internet, pode-se mensurar até com mais precisão qual é a exata audiência de cada veículo…

Enquanto isso, o blogueiro da Veja Reinaldo Azevedo e assemelhados continuam implicando com banners de governos petistas e empresas estatais em blogs e sites, publicidades que estão à vista de todos e que jamais foram questionadas judicialmente.

Volto, então, ao meu preocupado amigo que trabalha na Editora Abril, a uma sua frase altamente emblemática que me foi dita quando manifestou seu temor relativo à CPI do Cachoeira: “O que seria da Veja sem dinheiro público?”.

Por Eduardo Guimarães, Blog Cidadania

No discurso do Dia do Trabalho, Dilma volta a cobrar dos bancos juros mais baixos


Brasília – No pronunciamento transmitido em rede de rádio e televisão para comemorar ao Dia do Trabalho (1º de maio), a presidenta Dilma Rousseff cobrou dos bancos privados mais esforços para reduzir as taxas de juros cobradas em empréstimos, cartões de crédito e no cheque especial. E aconselhou o brasileiro a procurar os bancos que ofereçam as taxas mais baixas.

“É inadmissível que o Brasil, que tem um dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos, continue com um dos juros mais altos do mundo. Esses valores não podem continuar tão altos. O Brasil de hoje não justifica isso. Os bancos não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor, enquanto a taxa básica Selic cai, a economia se mantém estável e a maioria esmagadora dos brasileiros honra com presteza e honestidade os seus compromissos”, disse Dilma no discurso veiculado na noite de segunda-feira (30 de abril).

Para a presidenta, com a queda da taxa básica de juros e inflação estável, os bancos privados estão sem argumento para explicar a manutenção dos altos juros cobrados dos clientes. “O setor financeiro, portanto, não tem como explicar essa lógica perversa aos brasileiros. A Selic baixa, a inflação permanece estável, mas os juros do cheque especial, das prestações ou do cartão de crédito não diminuem”.

Para pressionar os bancos privados, a presidenta espera contar com a pressão dos próprios clientes, que podem estimular a competição entre os bancos. “É bom, também que você consumidor, faça prevalecer os seus direitos escolhendo as empresas que lhe ofereçam melhores condições”, disse.

Dilma Rousseff espera que os bancos privados sigam os mesmos passos dos bancos públicos, que reduziram as taxas das linhas de crédito voltadas ao consumo e do cheque especial. “A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil escolheram o caminho do bom exemplo e da saudável concorrência de mercado, provando que é possível baixar os juros cobrados dos seus clientes em empréstimos, cartões, cheque especial, inclusive no crédito consignado”.

De acordo com a presidenta, somente quando os juros nacionais chegarem ao patamar das taxas internacionais, a economia brasileira “será plenamente competitiva”, saudável e moderna.

Para fortalecer a economia do país e estimular a abertura de vagas de trabalho, Dilma citou que, no governo dela, retirou impostos incidentes sobre a folha de pagamento, “dando mais alívio ao empregador e mais segurança ao empregado”. E defendeu a necessidade de se investir em educação de qualidade "em todos os níveis" e, também, na qualificação e treinamento dos trabalhadores.

Por Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

Trabalhador não quer só aumento de salário, quer ser reconhecido e valorizado

Brasília – Além de aumento salarial e redução da jornada, os trabalhadores brasileiros querem mais segurança, capacitação profissional, assistência à saúde, valorização e reconhecimento da atividade que exercem. Foi o que constatou a Agência Brasil, que foi às ruas para descobrir se as reivindicações dos trabalhadores coincidem com as demandas apresentadas pelas centrais sindicais neste 1° de Maio.

Na pauta de reivindicação dos sindicalistas estão, entre outros pontos, a redução da taxa de juros, o fim do fator previdenciário, a valorização das aposentadorias, a igualdade entre homens e mulheres, o trabalho decente, o fim do imposto sindical e a regulamentação da terceirização.

Entretanto, as reivindicações que afetam mais diretamente o dia a dia dos trabalhadores foram as mais citadas pelos entrevistados: a redução da jornada sem corte de salários, educação e qualificação profissional e o aumento salarial. Das 13 pessoas ouvidas pela Agência Brasil, seis reclamaram da excessiva jornada de trabalho e nove reivindicaram salários mais altos.

As centrais sindicais pedem ainda a valorização do salário mínimo, que hoje é R$ 622. Segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o valor deveria ser aproximadamente R$ 2,4 mil para cobrir todas as necessidades básicas previstas na Constituição Federal.
Grande parte dos entrevistados declarou que gosta da profissão que exerce e não quer mudar de área. Entretanto, pede mais valorização e reconhecimento por aquilo que faz.
 
Leia, abaixo, as reivindicações dos trabalhadores ouvidos pela Agência Brasil:
Wanderson Gomes da Silva, 33 anos, flanelinha.
"Estou nessa profissão há 20 anos e gosto de trabalhar como vigia de carros. Eu faço meu horário e não gosto de trabalhar para outras pessoas. Já trabalhei com carteira assinada, mas prefiro trabalhar por conta própria. Não pretendo ficar rico com minha profissão, mas com ela é que como e bebo. Parei meus estudos na 3ª série e depois disso nunca mais entrei em uma sala de aula. Estudar é muito bom, mas não dá para estudar e trabalhar. Tive que escolher trabalhar, pois preciso encher minha barriga. Minha família é muito humilde. Pago INSS porque não sei o dia de amanhã. A maior dificuldade no meu trabalho é não ter salário fixo, é muito difícil não ter certeza de quanto vou receber no fim do mês. Não tenho grandes sonhos, tenho orgulho de dizer que sou vigia e lavador de carro: faço exercício, ocupo a mente e ainda ganho dinheiro."
Aparecida Ribeiro de Assis, 70 anos, cabeleireira.
"Muitas coisas precisam ser melhoradas na minha profissão. A quantidade de horas que trabalhamos é excessiva. Não tenho horário fixo de trabalho, dependo da clientela e isso varia muito. Pretendo trabalhar para mim mesma, já abri salão várias vezes, mas nunca deu certo. É muito difícil manter um estabelecimento, além da burocracia que enfrentamos para regularizar o negócio. Espero trabalhar aqui [no salão de beleza] temporariamente, mas da profissão de cabeleira eu não quero sair, faço o que gosto. O maior problema na minha profissão é o baixo salário. Trabalho muito e ganho pouco. A minha profissão prejudica a saúde de alguns profissionais. Problemas como alergias, bursites e tendinites são comuns."
Paulo César Santana, 45 anos, motoboy.
Minha profissão é bem complicada. O trânsito é o pior ponto para quem pilota uma moto. Sem contar que não somos valorizados, o salário é ridículo. Sustentar uma família com R$ 800 ao mês não é fácil. Para melhorar, tudo tem que mudar: questão de respeito, o tempo trabalhado. Trabalho dez horas por dia e, infelizmente, não tenho outra opção. O trabalho é muito arriscado e o perigo é constante. Não temos nenhum tipo de seguro de vida, nem plano de saúde, isso dá insegurança. Como não estudei, tenho que ‘ralar’ em cima da moto mesmo. Nunca consegui prestar atenção nas aulas, me arrependo muito por não ter estudado, talvez tudo fosse diferente, né? Tenho vontade de subir de cargo na empresa que trabalho, mas, para isso, tenho que me especializar em alguma área da mecânica.
 
Rodrigo Funke, 33 anos, manobrista
"Sou manobrista há quatro meses. Trabalho nove horas por dia com uma hora de almoço. Antes de conseguir esse trabalho, fazia serviços esporádicos. Se não fosse manobrista, gostaria de ser motorista ou vigilante. Gostaria que melhorasse o salário porque ele não é suficiente para sustentar a família. Nessa profissão, somos discriminados, as pessoas não respeitam muito. Para completar minha renda, faço outros trabalhos, como pintura, reparos de casa e serviços de bombeiro hidráulico. Tenho ensino médio completo. Se pudesse, faria um curso superior de engenharia mecânica. Tenho vários cursos na área de escolta armada, de vigilância e carteira de motorista de caminhão. De vez em quando eu consigo trabalho nessas áreas, mas é difícil, precisa de indicação. O problema do mercado de trabalho não é a concorrência, mas a dificuldade para ser selecionado. Se você não conhecer alguém que te indique, não vai pra frente, fica estagnado. Não importa se você tem vários cursos, boa qualificação, é preciso ter contatos para conseguir lugar no mercado de trabalho.
 
Edvan Ferreira da Silva, 29 anos, porteiro.
Trabalho como porteiro há seis anos. Antes disso, trabalhava em fazenda. Estudei até o ensino médio, porque não tinha condições financeiras para pagar uma faculdade. Já fiz cursos profissionalizantes, de vigilante, de atendimento ao cliente, de informática. Se eu pudesse fazer faculdade, faria medicina veterinária. Trabalho de segunda a sábado, 12 horas por dia, o que é proibido pelo sindicato. O normal é oito horas. Minha jornada inclui uma hora de almoço e três horas extras. O salário devia ser melhor. Nossa categoria ganha muito pouco. O trabalho é tranquilo.
 
André Luiz Ferreira Passos, 36 anos, auxiliar de serviços gerais.
Trabalho como auxiliar de serviços gerais há um ano e seis meses. Antes disso, trabalhava em um supermercado. Não estou satisfeito com o trabalho, ganho pouco e é ruim enfrentar o sol quente para varrer a grama. Tenho curso de vigilante e operador de microcomputador, mas ainda não consegui oportunidade para trabalhar com essas funções. Acho que deveria ter mais auxiliares. Aqui, somos apenas três e às vezes o serviço é pesado. Trabalho oito horas por dia, as horas poderiam ser reduzidas. Acho que a empresa poderia fornecer material para trabalhar, como botas e chapéu.
 
José Romão Palmeira, 36 anos, padeiro.
Trabalho como padeiro há 16 anos. Gosto da profissão. Trabalho das 8h às 16h20. Acho que muita coisa devia ser melhorada, o salário, o transporte. Eu moro no Itapoã [a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília], o ônibus vem cheio, demora. Antes de ser padeiro, eu era ajudante de pedreiro, no Tocantins. Juntando o meu salário e o da minha esposa, a gente passa ‘arrocho’. Ela é cozinheira, trabalha no Lago Norte. Estudei só até a 7ªsérie, estava com planos de voltar a estudar este ano. Mas minha esposa está estudando, então devo retomar esse sonho mais para frente. Com certeza o estudo vai dar uma condição melhor, porque, sem isso, eu vou continuar sendo padeiro o resto da vida.
 
Claudiane de Freitas, 22 anos, cobradora de ônibus.
Sou cobradora há um ano e dois meses. Meu trabalho só não é melhor por causa das condições. Trabalho na linha que vai para Águas Lindas [cidade do Entorno do Distrito Federal] e a viagem é cansativa, por causa da pista cheia de buracos. Muitas vezes trabalho 12 horas por dia, o salário é pouco. Eu não quero passar o resto de minha vida como cobradora, sou jovem quero uma coisa melhor. Trabalho com carteira assinada, só que não tenho benefícios como plano de saúde. Na minha opinião, deveria ter, porque a gente fica muito tempo sentado e acaba com problemas na coluna. Tem muita gente ‘encostada’ por causa disso. O prejuízo, infelizmente, a gente carrega nas costas.
 
Diogo Mendes, 49 anos, médico.
Trabalho no Hospital de Base de Brasília, em um hospital privado e no meu consultório. Tenho 23 anos de formado. A medicina dá muito trabalho, porque, apesar de você cuidar da saúde [da população], não tem tempo de cuidar da própria saúde e também não tem tempo de cuidar da família. É um trabalho que demanda tempo, dedicação, atualização e investimento do indivíduo e das instituições. É muito bom e gratificante ser médico. Contudo é preciso conscientizar a população de que os médicos não têm condições dignas de trabalho. O médico trabalha com jornadas de 20, 40 ou 60 horas semanais, mas, na prática, trabalha de 80 a 100 horas por semana. Não estamos satisfeitos com o salário. Historicamente, nosso salário está diminuindo. Eu gosto da minha profissão, mas preciso pagar contas, como todo mundo. A questão de gostar ou não é secundária, porque, uma vez que você está trabalhando, assume uma série de responsabilidades com o seu empregador, com a sua família e com a comunidade. Ou você abandona a profissão ou tem que cumprir essas obrigações.
 
Samjhai Ghandi, 32 anos, caminhoneiro
Antes de ser motorista de caminhão eu trabalhei como consultor de vendas. Trabalhei uns seis anos para outras pessoas, até conseguir conquistar o meu próprio caminhão. Era um sonho antigo, o primeiro que comprei foi roubado e não tinha seguro. Agora, comprei outro e sou realizado profissionalmente. Trabalho cerca de 15 horas por dia, de segunda a sábado. Enfrento problemas todos os dias, o trânsito de Brasília é complicado, é difícil achar estacionamentos para caminhões, sem contar as numerosas vias em que caminhões não podem transitar em certos horários. A profissão não é valorizada, apesar do trabalho duro que enfrentamos todos os dias. Faço cerca de 40 entregas por dia. O salário é baixo, o trabalho, cansativo. Pegamos peso todos os dias, tenho problemas nas costas e não tenho plano de saúde.
 
Jéssica Urcino Ferreira, 20 anos, secretária
Eu não me sinto realizada profissionalmente somente por um motivo: o salário poderia ser melhor. O salário mínimo é muito baixo. Para mim, seria impossível sustentar uma casa e uma família com R$ 622. Porém meu ambiente de trabalho é maravilhoso.Sempre sonhei em ser secretária, me identifico muito com a dinâmica do trabalho. Valorizo muito minha profissão e, por isso, se algum dia eu contratar uma secretária, vou remunerá-la melhor. Eu gostaria que minha categoria fosse mais valorizada, pois somos, muitas vezes, porta-vozes e fazemos um tipo de conexão dentro do ambiente de trabalho. Trabalho como terceirizada e gostaria que a terceirização fosse regulamentada. Sinto uma enorme pressão por parte de todo mundo que mora aqui em Brasília. Todos julgam que é necessário passar em concurso público. Mas acho que não deveríamos ser obrigados a passar em concurso para ter estabilidade. Acho isso um grande erro.
 
Maria Joana de Oliveira Carmélio, 59 anos, servidora pública.
Eu gosto do que faço. Vai fazer 30 anos que sou concursada. Não sou formada. Acho bom o serviço público, mas, para os jovens que estão começando agora, é sempre bom ter algo a mais. Eles não podem deixar que o funcionalismo público tome conta, nem se acomodar. Eu gostaria que houvesse um reajuste na data-base. Eles aumentam para uns e não aumentam para outros. Acho que tinha que ser para todo mundo. O salário não dá para tudo, a gente tem que esticar. A jornada de trabalho é oito horas por dia, segunda a sexta. Não me imagino fazendo outra coisa. Agora, tudo o que eu quero é conseguir a aposentadoria e viajar um pouco.
 
Ramiro Pereira da Silva, 47 anos, pipoqueiro
"Há quatro anos trabalho como autônomo vendendo pipoca em vários lugares de Brasília, onde tem movimento eu estou lá. Antes eu trabalhava de motorista no comércio, o que eu ganhava não dava para sustentar a família. Trabalhei mais de 20 anos com carteira assinada. Hoje, o que eu ganho dá para o sustento da casa e ainda pago faculdade para uma filha e cursinho para a outra. Eu não estudei porque morava na zona rural e só consegui o ensino fundamental incompleto. Quando mudei para a cidade tive que trabalhar e não pude mais estudar. Se eu tivesse estudado, queria ser advogado ou jornalista. Me arrependo muito, por isso, faço de tudo para os meus filhos estudarem."

Por Roberta Lopes
Repórter da Agência Brasil

Capitão do Exército é preso ao atropelar PM em blitz da Operação Lei Seca no Rio


Rio de janeiro - O capitão do Exército Edmar Tadeu de Souza Pereira foi preso na madrugada de domingo (29) após atropelar um policial militar (PM) durante blitz da Operação Lei Seca, na capital fluminense.

Ao ser abordado pelos agentes, o capitão acelerou o carro e atingiu o PM que participava da operação, segundo informou, por meio de nota, o Palácio Guanabara, sede do governo fluminense. Ele foi preso e encaminhado para a 21ª Delegacia Policial, em Bonsucesso, na zona norte da cidade, onde vai responder inquérito criminal. O PM o passa bem e fará exame de corpo delito nas próximas 72 horas.

O motorista teve o carro rebocado por ter cometido várias infrações: por se recusar a fazer o teste do etilômetro (perda de 7 pontos na carteira e multa de R$957,70); por transpor o bloqueio (infração gravíssima, perda de 7 pontos na carteira e multa de R$ 191,54); por estar com a Carteira Nacional de Habilitação vencida (infração com perda de 7 pontos na carteira e multa de R$ 191,54); e por não estar com a documentação obrigatória do veículo (perda de 3 pontos na carteira e multa de R$ 53,20).

Por Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil