Brasília – O Conselho de Ministros da França, cujo líder é o
presidente François Hollande, aprovou ontem (17) o corte de 30% nos
salários do chefe de Estado (presidente), do chefe de Governo
(primeiro-ministro) e dos 34 ministros que compõem o governo. A decisão
foi tomada durante a reunião do conselho que durou pouco mais de 40
minutos.
A decisão fazia parte da campanha eleitoral de Hollande. O novo
presidente tomou posse há dois dias e prometeu ser fiel às suas
declarações durante a campanha. Segundo ele, a França terá um governo
“exemplar”.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da França, Laurent Fabius,
disse que o objetivo do governo Hollande é fazer “uma Europa diferente”.
Segundo ele, as prioridades envolvem a contenção da crise econômica
internacional e a geração de emprego.
“A prioridade é libertar a Europa da crise econômica [internacional]
e, ao mesmo tempo, progredir em relação a questões essenciais, como [a
geração de] emprego”, disse Fabius, que foi primeiro-ministro entre 1983
e 1986, no governo do socialista François Mitterrand.
“Sou profundamente europeu, mas precisamos de uma Europa diferente, uma Europa muito mais focada no emprego”, disse.
Por Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
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